O Elefante Sombrio
palavras... delírios... vômitos... buracos negros... umbigos... pélvis lisa... tudo que interessa!
sábado, 8 de outubro de 2011
FOME
Odeio quando não vejo
Quando não sinto
E não fedo
Só respiro
Continuo morrendo
E acordando
Em camas estranhas
De quartos escuros
E vazios
Como nós
Não como nada
Estou faminto
E morro de fome.
Aracaju, 11/03/98
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