terça-feira, 26 de outubro de 2010

Azul

AZUL

Quem Sabe a luz
A dor dos teus olhos
Pesados como pedra
Estou preso

Meu mundo, minhas paredes
Pele de concreto armado
Veias metálicas

Sangue violeta, sangue violeta.
(sangue, sangue, sangue)

Penso em chorar
Rasgo meus livros
Corto minhas meias
Quero andar descalço até queimar meus dedos

No chão quente... fogo.
Distante como o ar... seco.
Olhando para o azul... me perco.

Sangue violeta, sangue violeta.
(sangue, sangue, sangue)

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