O Filme Vomito Negro nasceu em 1993, quando o autor morava na cidade do Rio de Janeiro, num edíficio de 27 andares, chamado Itú. O prédio ficava na esquina da Rua Chile com o Largo da Carioca. De dia, cerca de 500 mil pessoas cruzavam as ruas e alamedas do centro carioca. À noite, se conseguisse enxergar 10 almas vivas, seria muito. Um contraste conflitante, angustiante, paranóico, que levou o autor a escrever o roteiro original desse filme, que retrata os últimos 23 minutos da vida de um poeta decadente e recluso, prestes a explodir. Um odisséia paranóica, uma vertigem constante, uma repulsa expessa como o vômito.
O filme é uma homenagem ao trabalho de artistas marginais como Ed Wood, Willian S. Burroughs, Charles Bukowski, José Mojica Marins entre outros.
Vencedor na categoria Melhor Filme de Público no 1 Festival CURTA-SE em 2000, e Terceiro Melhor Filme da crítica nesse mesmo Festival. Menção Honrosa na Bienal da Une 2003, em Recife.
Um filme de Carlo Bruno Montalvão. Direção de Wagner Mazzega e Carlo Bruno Montalvão. Apresentando: Nino Karva (o poeta), Diane Veloso (a musa), Abel Guaracy (poeta criança), Lindemberg Monteiro (traficante), Fabio Viana (poeta Jovem), e grande elenco.

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