2:13 am.
Coloca o ZUMA, do Neil Young para tocar, enquanto pensa em tudo o que lhe aconteceu em 2017. Na verdade, reflete sobre a virada repentina, que lhe aconteceu do meio de novembro para dezembro de 2016 e que culminou num novo ano totalmente amplo, completamente aberto e absurdamente diferente do passado.
Em Novembro de 2016, um trágico acontecimento lhe trouxe um tormento inexplicável, tomou conta dos seus pensamentos durante um bom tempo, afligiu seu coração por cerca de três meses torturantes, até chegar o maravilhoso mês de março e as águas começarem a lavar suas mágoas. Uma viagem para um país distante, desbravar novos territórios, conhecer novas cidades e pessoas, é sempre bom para abrir os sentidos novamente, e foi isso que ele fez. E foi isso que ele buscou. Ouvir mais do que falar, aprender com o silêncio. Observar o comportamento de outras pessoas, distantes do seu. Daí em diante, buscou se recolher dentro de si, como que em busca de uma nova pele, um novo recomeço, planejando sempre novos vôos. Enquanto estava recluso. Muita coisa aconteceu, ele mesmo continuou confuso, mas mesmo assim não deixou de amar e de conhecer novas pessoas, bonitas pessoas, mulheres fantásticas e cheias de força e verdade, que lhe ajudaram a entender tudo, principalmente, que ele não estava errado. Só havia sido mal julgado. Por uma pessoa que, talvez não tivesse o direito, de lhe julgar de forma tão fria e sem ceder espaço para um contra argumento. Mas ele, no fundo sabia, que todo aquele julgamento pelo qual estava passando era apenas reposta do Universo por conta de ter julgado outra pessoa antes, sem conhecê-la e sem ter o direito de fazer isso. O tempo pune, mas também, sabe reconhecer.
(em construção)
(em construção)
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