sábado, 16 de dezembro de 2017

os dedos, os medos

Hoje um amigo lhe escreveu
Disse que outro amigo, distante
Queria lhe ver.
A notícia chegou sem calor algum.

A resposta foi fria, e distante.
Talvez todo esse tempo
Em que ele passou distante de tudo
Os dedos, os medos, tudo lhe aflige, tudo lhe traz pavor.

Um resposta fria, uma distância
Tudo é desculpa
E se transforma numa dor ainda maior
Quando a dúvida lhe aflige a cabeça

O que é pior?
Viver o inesperado
Ou esperar e não viver?
E por que não arriscar?

Os medos, os dedos
sempre apontando.
sempre aprontando.

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