Fazia tempo que não revisitava aquele túmulo, estava quase esquecido, perdido num canto distante qualquer, mas de repente despertou. Sabe porque, insiste no erro, e segue querendo acertar sem poder... Tenta ser indiferente, mas soa impossível. Insiste e erra, se precipita, um precipício. Melhor tomar cuidado, sempre. Seguir adiante... Olhar para frente, sempre em frente, uma locomotiva sem freios, sempre adiante, até parar em algum lugar.
Fazia tempo que não sentia aquilo. Por que foi revirar aquele túmulo?
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