Estou preso dentro desse mundo
Percebo meus vícios e os alimento
Todo dia me visto para sair
Mas não saio, permaneço nesse mundo
E tenho medo das pessoas, mas as cumprimento
Tenho medo de diálogos, mas converso com elas
Fujo de discussões, mas muitas vezes me perco em meio delas
É tudo tão confuso
Minha pilha de discos
Minha pilha de livros
Minhas coleções inúteis
Minhas manias sem sentido
Posso ir na esquina e saciar minha dor
Posso escutar tudo o que quero
O mundo é tão efêmero agora
Tudo é tão simples e tão confuso
Criamos e destruímos
Sonhamos e desistimos
Podemos começar algo novo, ou querer voltar com algo antigo
Mas os vícios permanecem intactos...
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