Nenhum sinal
De nada restou um pedaço qualquer
Migalhas, restos, sobras, vestígios
Muito pouco, quase nada.
Era um brilhante falso
Aquele sol, naquele dia
Nossos corpos nus
Embaraçando uns nos outros
Gritando para os vizinhos
Cantando ao acordar
Pensando, fazendo planos
Tudo em vão.
Areia movediça
Terreno insólito
Vazio
Etéreo.
O ar que perdi
Não valia
Não tinha sentido
Mas agora senti.
E doeu
Respirar.
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