sábado, 19 de janeiro de 2013

Tinha o amor batendo à sua porta
Tinha um sorriso
Quase sempre
Para lhe encher o peito de alegria

Sempre negava
Sempre fugia
Sempre queria
Um novo amor

Hoje chora calado
O peito sangrando
O sorriso se foi
O amor também

Hoje quando acorda, suspira
Pensa que o tempo extrapolou
Conta as horas, toneladas pesam sobre seus ombros.
Tenta dormir, mas não consegue.

E chora...

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