OLHOS NEGROS
Esses dois olhos negros
Grandes e redondos
Fico completamente confuso
Quando os vejo, inanimados.
Não é para mim que eles olham
Nunca em minha direção.
Nunca foi essa intenção.
Negros, Grandes e Redondos.
Inanimados.
Memória fixa.
Negros, Grandes e Redondos.
Nunca em minha direção.
palavras... delírios... vômitos... buracos negros... umbigos... pélvis lisa... tudo que interessa!
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
A QUEM DEVO
A quem devo comunicar a minha dor,
Todo o meu desapego por mim mesmo,
A quem devo?
E de quanto será minha dívida durante todos esses anos de dúvida?
Será muito o que tenho ainda a pagar?
Eu, que apenas sonhei um sorriso leve
Caminhando ao meu lado, imagino estrelas
Como se dormisse em nuvens densas
A quem devo comunicar minha tristeza?
Toda minha grandeza
Será que alguém consegue mensurar?
Eu não tenho essa destreza, para computar.
A quem devo me reportar?
Haverá silêncio, haverá ruído.
E quando devo me satisfazer
Ou ao menos perceber, que não há soberba nessa vida.
Será tarde ou cedo demais
Para um novo recomeço.
Um novo tropeço.
Um novo sobressalto, do meu coração descompassado.
A quem devo comunicar
Que agora eu vou preferir o silêncio.
A quem devo comunicar a minha dor,
Todo o meu desapego por mim mesmo,
A quem devo?
E de quanto será minha dívida durante todos esses anos de dúvida?
Será muito o que tenho ainda a pagar?
Eu, que apenas sonhei um sorriso leve
Caminhando ao meu lado, imagino estrelas
Como se dormisse em nuvens densas
A quem devo comunicar minha tristeza?
Toda minha grandeza
Será que alguém consegue mensurar?
Eu não tenho essa destreza, para computar.
A quem devo me reportar?
Haverá silêncio, haverá ruído.
E quando devo me satisfazer
Ou ao menos perceber, que não há soberba nessa vida.
Será tarde ou cedo demais
Para um novo recomeço.
Um novo tropeço.
Um novo sobressalto, do meu coração descompassado.
A quem devo comunicar
Que agora eu vou preferir o silêncio.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Love Will Tear Us Apart
When routine bites hard
And ambitions are low
And resentment rides high
But emotions won't grow
And we're changing our ways
Taking different roads
Then love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again
Why is the bedroom so cold?
You've turned away on your side
Is my timing that flawed?
Our respect runs so dry
Yet there's still this appeal
That we've kept through our lives
But love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again
You cry out in your sleep
All my failings exposed
And there's taste in my mouth
As desperation takes hold
Just that something so good
Just can't function no more
But love, love wil tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again
Love, love will tear us apart, again
O Amor Vai Nos Separar
Quando a rotina corrói duramente
E as ambições são pequenas
E o ressentimento voa alto
Mas as emoções não crescerão
E vamos mudando nossos caminhos
Pegando estradas diferentes
Então, o amor, o amor vai nos separar, novamente
O amor, o amor vai nos separar, novamente
Por que o quarto está tão frio?
Você se virou para seu lado
Será que só chego na hora errada?
Nosso respeito se acaba rapidamente
Mas ainda há esta atração
Que mantivemos ao longo de nossas vidas
Mas o amor, o amor vai nos separar, novamente
O amor, o amor vai nos separar, novamente
Você chora em seu sono
Todos os meus fracassos expostos
E há um gosto em minha boca
Enquanto o desespero toma conta
Simplesmente algo tão bom
Simplesmente não pode funcionar mais
Mas o amor, o amor vai nos separar, novamente
O amor, o amor vai nos separar, novamente
O amor, o amor vai nos separar, novamente
O amor, o amor vai nos separar, novamente
domingo, 27 de janeiro de 2013
CORTE SECO
Corta meus medos
Como se tivesse uma navalha na língua
Mastiga meus membros
Fingindo um abraço ameno
Eu que já estou cego
Me entrego
De braços abertos
E tremo, grito calado e tremo buscando as palavras...
Meus dedos escorrem
Por entre teus seios
Um anseio incontrolável
De sentir você por dentro
Dentro da tua pele
Vou percorrer tua manta densa
Cavalgar com meu cavalo branco
E banhar numa cachoeira louca
Guarde o seu melhor para o fim
É melhor ter algo bom para oferecer.
Corta meus medos
Como se tivesse uma navalha na língua
Mastiga meus membros
Fingindo um abraço ameno
Eu que já estou cego
Me entrego
De braços abertos
E tremo, grito calado e tremo buscando as palavras...
Meus dedos escorrem
Por entre teus seios
Um anseio incontrolável
De sentir você por dentro
Dentro da tua pele
Vou percorrer tua manta densa
Cavalgar com meu cavalo branco
E banhar numa cachoeira louca
Guarde o seu melhor para o fim
É melhor ter algo bom para oferecer.
NÃO FUNCIONA
Você não funciona mais
Igual aquele liquidificador
Que quebrou há anos
Mas continua na prateleira
Você não serve mais
Igual aquela roupa
Que já não se usa há anos
Mas continua lá, no fundo do guarda-roupa
Você não levanta mais
A noite acaba e você nem deitou
É um semi sonâmbulo
Há muito sangue gelando nessas veias
Você não funciona mais
Você não serve mais
Você não levanta mais
Porventura seja melhor nem tentar
Pode parecer imoral
Desproposital
Um insulto, um devaneio
Ou apenas mais um delírio pré-amputado.
As minhas partes
Vão caíndo pelo caminho
Já não tenho dedos
Para me apontar.
Você não funciona mais
Igual aquele liquidificador
Que quebrou há anos
Mas continua na prateleira
Você não serve mais
Igual aquela roupa
Que já não se usa há anos
Mas continua lá, no fundo do guarda-roupa
Você não levanta mais
A noite acaba e você nem deitou
É um semi sonâmbulo
Há muito sangue gelando nessas veias
Você não funciona mais
Você não serve mais
Você não levanta mais
Porventura seja melhor nem tentar
Pode parecer imoral
Desproposital
Um insulto, um devaneio
Ou apenas mais um delírio pré-amputado.
As minhas partes
Vão caíndo pelo caminho
Já não tenho dedos
Para me apontar.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
(...Ouvindo Cocteau Twins)
O presente que você não me deu.
Lembro.
Querendo esquecer.
É profundo.
É muito mais fundo
Do que qualquer buraco no mundo.
É como uma cachoeira imensa.
Com a água mais gelada jorrando forte e lenta.
Em slow-motion
Como estão os meus olhos
Olhando para esse chão colorido
Buscando os pedaços que soltaram de mim.
Os meus pés trôpegos
A minha respiração falindo
Um seco me tomando conta
Meu peito...
Onde está o espelho?
Preciso olhar um detalhe.
Um pequeno detalhe.
Que esqueci.
O presente que você não me deu.
Lembro.
Querendo esquecer.
É profundo.
É muito mais fundo
Do que qualquer buraco no mundo.
É como uma cachoeira imensa.
Com a água mais gelada jorrando forte e lenta.
Em slow-motion
Como estão os meus olhos
Olhando para esse chão colorido
Buscando os pedaços que soltaram de mim.
Os meus pés trôpegos
A minha respiração falindo
Um seco me tomando conta
Meu peito...
Onde está o espelho?
Preciso olhar um detalhe.
Um pequeno detalhe.
Que esqueci.
ACENDA
Acenda teus olhos
Cale minha boca
Teu beijo
É como um farol distante
Ele pisca
E some
E volta
E some no mar vazio.
Teu calor
Poderia ser meu ânimo
Eu poderia ser maior (eu sei)
Mas agora estou tão pequeno
A vida é dura
Como uma pedra
Volte a sorrir
Me conte um segredo
Diga algo novo
O que ainda não sei
Ou não vi
E nem soube sentir
Apague meu cigarro
Dite minhas falas
O calor do teu corpo me queima
Me deixa azul
Meus pés doem
Então inverto os passos
Perco a noção
De tempo e espaço
Quando estou perto de seus olhos grandes e negros
Eu perco a noção de tudo
Eu flutuo numa nuvem bem alta
E depois despenco.
Eu sei
O tempo passou
Estamos sós
Desatando os nós.
E distantes de tudo
De nós mesmos
E do mundo
Que nunca foi nosso.
Acenda teus olhos
Cale minha boca
Teu beijo
É como um farol distante
Ele pisca
E some
E volta
E some no mar vazio.
Teu calor
Poderia ser meu ânimo
Eu poderia ser maior (eu sei)
Mas agora estou tão pequeno
A vida é dura
Como uma pedra
Volte a sorrir
Me conte um segredo
Diga algo novo
O que ainda não sei
Ou não vi
E nem soube sentir
Apague meu cigarro
Dite minhas falas
O calor do teu corpo me queima
Me deixa azul
Meus pés doem
Então inverto os passos
Perco a noção
De tempo e espaço
Quando estou perto de seus olhos grandes e negros
Eu perco a noção de tudo
Eu flutuo numa nuvem bem alta
E depois despenco.
Eu sei
O tempo passou
Estamos sós
Desatando os nós.
E distantes de tudo
De nós mesmos
E do mundo
Que nunca foi nosso.
TROCA
Teu olho
No meu olho, são dois
Desejos contidos
Devaneio: eu nunca senti o teu olho dentro do meu.
As músicas que ouço
Elas me tiram daqui
Me jogam num ventilador de sentimentos
E depois me deitam numa grama morna
Lembro do teu toque
Esqueço seu nome
Chamo pelos anjos
Quando amanhece
De noite não tenho medo
Nem quando estou sozinho
Nem quando sofro fora do teu peito
A noite me acalenta, acalma meu pensamento.
Estranho
Te olhar passando
Longe de mim
Indo sorrir
Parece mentira
Poder te sentir
Tão distante.
Teu olho
No meu olho, são dois
Desejos contidos
Devaneio: eu nunca senti o teu olho dentro do meu.
As músicas que ouço
Elas me tiram daqui
Me jogam num ventilador de sentimentos
E depois me deitam numa grama morna
Lembro do teu toque
Esqueço seu nome
Chamo pelos anjos
Quando amanhece
De noite não tenho medo
Nem quando estou sozinho
Nem quando sofro fora do teu peito
A noite me acalenta, acalma meu pensamento.
Estranho
Te olhar passando
Longe de mim
Indo sorrir
Parece mentira
Poder te sentir
Tão distante.
ARACAJU DO OUTRO LADO
Ruído devastante de motor de Fusca 76.
Tó-tó-tó...
Tó-tó-tó...
Resquícios de passado inconstante e revisitado.
Luzes que refletem o que é essa cidade vista de longe.
Do outro lado.
Da Ilha.
De Santa Luzia.
De Joubert.
De Guga.
Cacique Aperipê.
Aracaju.
De cajueiros.
De papagaios.
Terra Salobra.
Água salobra.
Gente salobra.
É quente.
Derrete a mente.
Confunde as vistas.
Impede de pensar.
Impede de somar.
Só pede, se amar.
Ruído devastante de motor de Fusca 76.
Tó-tó-tó...
Tó-tó-tó...
Resquícios de passado inconstante e revisitado.
Luzes que refletem o que é essa cidade vista de longe.
Do outro lado.
Da Ilha.
De Santa Luzia.
De Joubert.
De Guga.
Cacique Aperipê.
Aracaju.
De cajueiros.
De papagaios.
Terra Salobra.
Água salobra.
Gente salobra.
É quente.
Derrete a mente.
Confunde as vistas.
Impede de pensar.
Impede de somar.
Só pede, se amar.
Deliriums
Barulho irritante de vômito seco
Aquelas sombrancelhas grossas e ruivas de inglês sujo
Um tapete persa falso, pisando por pés verdadeiros
Meu coração ressoando o eco vazio que se encontra estacionado no meu peito.
Treme minha terra
Minhas mãos tremem
Eu também por inteiro, tremo
E temo pelo que vai acontecer daqui em diante
Eu que não sei nem pilotar um carro
Como vou conseguir guiar meus passos
Se ando sempre perdido
Buscando uma rua mágica qualquer.
Barulho irritante de vômito seco
Aquelas sombrancelhas grossas e ruivas de inglês sujo
Um tapete persa falso, pisando por pés verdadeiros
Meu coração ressoando o eco vazio que se encontra estacionado no meu peito.
Treme minha terra
Minhas mãos tremem
Eu também por inteiro, tremo
E temo pelo que vai acontecer daqui em diante
Eu que não sei nem pilotar um carro
Como vou conseguir guiar meus passos
Se ando sempre perdido
Buscando uma rua mágica qualquer.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Eu não vou sorrir
Eu não tenho porque sorrir
Eu não vou sorrir
Eu não tenho porque mentir.
Eu não vou chorar
Eu não tenho mais porque chorar
Eu não vou chorar
Eu não tenho motivos para estar triste.
Tenho a vida que pedi a Deus
Tenho todos os amigos que posso ter
Tenho abraços, sorrisos, carinho e amor
Então porque diabos eu devo sorrir, ou chorar?
Eu não tenho porque sorrir
Eu não vou sorrir
Eu não tenho porque mentir.
Eu não vou chorar
Eu não tenho mais porque chorar
Eu não vou chorar
Eu não tenho motivos para estar triste.
Tenho a vida que pedi a Deus
Tenho todos os amigos que posso ter
Tenho abraços, sorrisos, carinho e amor
Então porque diabos eu devo sorrir, ou chorar?
Tempo maldito
Me perdi de você
Tentando encontrar as partes que perdi de mim
Nesse chão vazio de azulejo frio e sujo.
Tempo ingrato
Já não está mais aqui
Quando eu estou, ou cheguei tarde demais
Tempo, tempo, tempo.
Por que não passa logo de uma vez
Por que não some
Por que insiste
Em me corromper?
Tempo eu já tive
Agora não tenho mais e suplico
Pelas horas que me faltam
Pelos minutos que me separam
Do teu calor.
Me perdi de você
Tentando encontrar as partes que perdi de mim
Nesse chão vazio de azulejo frio e sujo.
Tempo ingrato
Já não está mais aqui
Quando eu estou, ou cheguei tarde demais
Tempo, tempo, tempo.
Por que não passa logo de uma vez
Por que não some
Por que insiste
Em me corromper?
Tempo eu já tive
Agora não tenho mais e suplico
Pelas horas que me faltam
Pelos minutos que me separam
Do teu calor.
Tinha o amor batendo à sua porta
Tinha um sorriso
Quase sempre
Para lhe encher o peito de alegria
Sempre negava
Sempre fugia
Sempre queria
Um novo amor
Hoje chora calado
O peito sangrando
O sorriso se foi
O amor também
Hoje quando acorda, suspira
Pensa que o tempo extrapolou
Conta as horas, toneladas pesam sobre seus ombros.
Tenta dormir, mas não consegue.
E chora...
Tinha um sorriso
Quase sempre
Para lhe encher o peito de alegria
Sempre negava
Sempre fugia
Sempre queria
Um novo amor
Hoje chora calado
O peito sangrando
O sorriso se foi
O amor também
Hoje quando acorda, suspira
Pensa que o tempo extrapolou
Conta as horas, toneladas pesam sobre seus ombros.
Tenta dormir, mas não consegue.
E chora...
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
ELA
Ela tem um jeito estranho
Uma precipitação em viver
Que chega ao desperdício
Seus dias duram mais que um ano
Ela volta sempre ao começo (de tudo)
Querendo sentir o gosto do passado
Volta nos mesmo erros
Como se visitasse um velho conhecido
Engana seus sentimentos
Faz absurdos consigo mesma
Só para fugir dessa realidade
Ela é dura, mas capricha nos movimentos.
Ela tem um jeito estranho
Uma precipitação em viver
Que chega ao desperdício
Seus dias duram mais que um ano
Ela volta sempre ao começo (de tudo)
Querendo sentir o gosto do passado
Volta nos mesmo erros
Como se visitasse um velho conhecido
Engana seus sentimentos
Faz absurdos consigo mesma
Só para fugir dessa realidade
Ela é dura, mas capricha nos movimentos.
Abrindo a blusa, ela sorri
Seus olhos brilham
Como as luzes do Boulevard
Fico cego só de sentir
Imagino cada pedaço pequeno (e grande)
Até mesmo os suspiros
Mesmo até o que nem se imaginou
Ou quis, e teve medo
Cante só mais uma vez
Aquela canção que você fez para mim
Aquela que eu nunca ouvi
Quando o sol bater no mar
Vou sentir meus olhos deitando nos teus
Acordar
E voltar nos sonhos dos mundos em que vivemos
Quis conquistar teu coração, era tarde.
Seus olhos brilham
Como as luzes do Boulevard
Fico cego só de sentir
Imagino cada pedaço pequeno (e grande)
Até mesmo os suspiros
Mesmo até o que nem se imaginou
Ou quis, e teve medo
Cante só mais uma vez
Aquela canção que você fez para mim
Aquela que eu nunca ouvi
Quando o sol bater no mar
Vou sentir meus olhos deitando nos teus
Acordar
E voltar nos sonhos dos mundos em que vivemos
Quis conquistar teu coração, era tarde.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Meu coração se descolou
Perdendo o passo
Entre armadilhas
São tantos saltos que damos em vão
E se eu olhar
E não quiser que você perceba
Eu não vou fingir
Eu vou fugir de você
E se quiser
Já não tem mais
O amor não espera
O coração volta ao lugar
E quantos passos vou dar
Até chegar novamente em você
Vale mesmo a pena arriscar
O mesmo jogo, o mesmo medo?
Perdendo o passo
Entre armadilhas
São tantos saltos que damos em vão
E se eu olhar
E não quiser que você perceba
Eu não vou fingir
Eu vou fugir de você
E se quiser
Já não tem mais
O amor não espera
O coração volta ao lugar
E quantos passos vou dar
Até chegar novamente em você
Vale mesmo a pena arriscar
O mesmo jogo, o mesmo medo?
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
GIZEH
Quero um gin
Send to me
Ginseng
Ginsberg
Além, do mar... espumas flutuam
Um farol
Luz distante
Gizeh
Conte para mim
Algum segredo, entranha
I'm blind
Eu uso óculos
Estou perdido
Não quero falar
Não quero calar
Give me alone.
(GIZEH é uma poesia escrita em 1999, que virou música nas mãos do querido parceiro e guru, Kléber Mello).
Quero um gin
Send to me
Ginseng
Ginsberg
Além, do mar... espumas flutuam
Um farol
Luz distante
Gizeh
Conte para mim
Algum segredo, entranha
I'm blind
Eu uso óculos
Estou perdido
Não quero falar
Não quero calar
Give me alone.
(GIZEH é uma poesia escrita em 1999, que virou música nas mãos do querido parceiro e guru, Kléber Mello).
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