Oi, tudo bem?
Como vai você?
Há tempos busco entender
Parar de castigar sem ser o meu ser
Esquecer de tudo e de tão pouco
Um maremoto num pequeno copo de água semi-vazio
Torpor... um desejo contido, ou não.
O que vem agora depois desse teatro todo?
Confiei na tua palavra
Você chorou no meu ombro e disse amor
Eu comprei tua dor
Eu senti tua alma
E tudo foi em vão
É sempre assim, ilusão.
Até quando vamos acreditar
Que há alguém para nos surpreender, e amar.
Você não foi, mais uma vez
Acordei tarde.
Mais uma vez.
Perdi o trem, só depois entrei, e busquei um assento.
Mas agora ainda há tempo.
Sempre que ser, se conquista!
Me perdeu de vista...
E disse que tentou, ilusão.
E aquela cerveja, daquele dia
Deixa pra depois.
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