segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Leite Salgado

A luz apagada. Um casal no quarto escuro, corpos emaranhados de suor e lúxuria. O homem em regozijo, entorpecido de prazer e desejo, deita sua língua no colo macio do pequeno seio da sua mulher. Lambe deliciosamente, mordisca, de leve, com força, entremeando suas sensações com as dela. Um elo completo, os dois unidos por todos os poros. Ele se entrega àquele seio. Sugando até a última gota, aquele seio pequenino, até que um leite viscoso começa a sair, ele não se apavora, e suga-o completamente. Um gosto um pouco salgado lhe fecunda, o céu de sua boca, toda ela se enche de um amargo. Isso o incomoda um pouco. Ele se levanta, acende a luz e diz:

- Amor, acho que suguei tanto teu seio que saiu um leite salgado.

É quando ele olha diretamente para o sei dela. E ele está lá, lindo, como sempre. Pronto. Macio. Suculento. Mas no meio do colo do peito da sua mulher, um pouco abaixo do seio, ele vê um sangramento. E pensa:

- Meu Deus, o que é isso?? (imaginando)

E sua mulher diz:

- Meu bem, você chupou a minha espinha. Acho que o leite era pus.

FIM.

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