Concedei-me Senhor
A Serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar
Coragem para modificar aquelas que podemos
E Sabedoria para distinguir uma das outras.
palavras... delírios... vômitos... buracos negros... umbigos... pélvis lisa... tudo que interessa!
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
LOUCURA
Sim, estou louco
Já fiquei louco um milhão de vezes
E vou ficar ainda muito mais
Basta eu estar... louco!
Me consome
O fato de não saber
Até quando vou estar louco
Ou aqui, no meio de toda essa loucura...
Sim, vou ficar cada vez mais louco
O tempo vai me enlouquecer a cada dia
A sua falta me enlouquece ainda mais
Nada me resta a não ser curtir minha loucura de maneira fria e lúcida.
Melhor estar louco do que não viver.
Já fiquei louco um milhão de vezes
E vou ficar ainda muito mais
Basta eu estar... louco!
Me consome
O fato de não saber
Até quando vou estar louco
Ou aqui, no meio de toda essa loucura...
Sim, vou ficar cada vez mais louco
O tempo vai me enlouquecer a cada dia
A sua falta me enlouquece ainda mais
Nada me resta a não ser curtir minha loucura de maneira fria e lúcida.
Melhor estar louco do que não viver.
deitar minha língua
Quanto tempo ainda resta?
Há sempre luz por detrás da fresta
Quero me esconder
Naquela greta...
Há sempre luz por detrás da fresta
Quero me esconder
Naquela greta...
PRECIPÍCIO
Não era certo
Nem era amor
Era um negócio muito estranho
Algo sem explicação
Corroendo seus pensamentos
Um desejo mórbido
Visitar seu próprio túmulo
Todos os dias, para ter a certeza, de que estava morto.
Se sentia entorpecido
Como se bebesse um veneno
Que lhe causasse uma letargia desregrada
Seu corpo inteiro invadido por um estrondoso torpor
Coração pulsando forte
As vistas quase cegas
Não conseguia mais enxergar nada além
De seus próprios erros e medos
Faltava coragem
Para saltar
O precipício estava longo ali
Um passo e... Já era.
Nem era amor
Era um negócio muito estranho
Algo sem explicação
Corroendo seus pensamentos
Um desejo mórbido
Visitar seu próprio túmulo
Todos os dias, para ter a certeza, de que estava morto.
Se sentia entorpecido
Como se bebesse um veneno
Que lhe causasse uma letargia desregrada
Seu corpo inteiro invadido por um estrondoso torpor
Coração pulsando forte
As vistas quase cegas
Não conseguia mais enxergar nada além
De seus próprios erros e medos
Faltava coragem
Para saltar
O precipício estava longo ali
Um passo e... Já era.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
FURACÃO
Veio do nada
Levou tudo
Destruiu paredes de palha, telhados de vidro
Destroçou pensamentos, depois sumiu...
Chegou de mansinho
Tomou corpo, fingiu que era leve
Quando cresceu, levou tudo
Depois dele, tudo teve que ser reconstruído.
Era um vento leve
Fingindo que era leve
Sorrindo até, mesmo com olhar lá distante
Era leve, virou Furacão... levou tudo!
Levou tudo
Destruiu paredes de palha, telhados de vidro
Destroçou pensamentos, depois sumiu...
Chegou de mansinho
Tomou corpo, fingiu que era leve
Quando cresceu, levou tudo
Depois dele, tudo teve que ser reconstruído.
Era um vento leve
Fingindo que era leve
Sorrindo até, mesmo com olhar lá distante
Era leve, virou Furacão... levou tudo!
A CHAMA
Acalma teu peito, amigo
A chama parou de arder
Ainda a pouco ela ardia
E bailava frenética
Jogava seus cabelos de fogo
Serpenteava de um lado para outro
Agora é nada.
Nem fumaça restou
A chama que arde
É a mesma que se apaga
Assim, amigo, do nada
É preciso estar atento
Aprender a dançar
Se for gastar a energia
Tem que ser com você
Só você sabe do que precisa
Imaginar o fogo
No peito de outra pessoa
É o mesmo que tentar
Segurar uma chama
Queima...
A chama parou de arder
Ainda a pouco ela ardia
E bailava frenética
Jogava seus cabelos de fogo
Serpenteava de um lado para outro
Agora é nada.
Nem fumaça restou
A chama que arde
É a mesma que se apaga
Assim, amigo, do nada
É preciso estar atento
Aprender a dançar
Se for gastar a energia
Tem que ser com você
Só você sabe do que precisa
Imaginar o fogo
No peito de outra pessoa
É o mesmo que tentar
Segurar uma chama
Queima...
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
Coração-Desordem
Não adianta
Coração-Desordem
Insiste em sentir
Pulsa num contrafluxo
Bombeia, massageia
O Ego sempre confunde tudo
A sombra que fica
A voz que cala
É pedra
A palavra é dura
A voz é muda
O sentimento é passado
Não tem sentido
Olhar para o que nunca existiu
Nem se permitiu
Nascer
Era torto
Era forte
Era manso
Virou tempestade
Coração em desordem
Batendo descompassado
Era ontem, é agora
Nada volta para o mesmo lugar
Está cego
Sente demais o peso de tudo
Tenta extravazar, mas explode
É uma maré intensa, quase sempre.
Algumas flores na ccabeça
Nas mãos correntes
Elas pesam algumas toneladas
São tantas dúvidas em seu Coração-Desordem.
Sente o calor
O sangue explodindo
Somos filhos do Sol
Algumas flores nas mãos, uma corrente no pescoço.
É tarde agora.
Mas é tempo
De uma nova ordem
O Sol nasce outra vez... posso tocar o céu!
Coração-Desordem
Insiste em sentir
Pulsa num contrafluxo
Bombeia, massageia
O Ego sempre confunde tudo
A sombra que fica
A voz que cala
É pedra
A palavra é dura
A voz é muda
O sentimento é passado
Não tem sentido
Olhar para o que nunca existiu
Nem se permitiu
Nascer
Era torto
Era forte
Era manso
Virou tempestade
Coração em desordem
Batendo descompassado
Era ontem, é agora
Nada volta para o mesmo lugar
Está cego
Sente demais o peso de tudo
Tenta extravazar, mas explode
É uma maré intensa, quase sempre.
Algumas flores na ccabeça
Nas mãos correntes
Elas pesam algumas toneladas
São tantas dúvidas em seu Coração-Desordem.
Sente o calor
O sangue explodindo
Somos filhos do Sol
Algumas flores nas mãos, uma corrente no pescoço.
É tarde agora.
Mas é tempo
De uma nova ordem
O Sol nasce outra vez... posso tocar o céu!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Raios de Concreto
O céu recortado
Por pontas de concreto armado
Telhados diagonais
Espelhos que refletem o sol e as nuvens
Corta o tempo
O vento
Meu coração
Quando olho para o céu
Vejo o infinito
Ele está povoado
De cortes arquitetônicos
Raios de concreto, aço, espelho...
Tudo distorcido
Ferro retorcido
Meu coração destroçado
Tudo sendo assado num forno infernal
Não consigo imaginar
O céu estando limpo
Nenhum reflexo
Raios de Concreto.
Por pontas de concreto armado
Telhados diagonais
Espelhos que refletem o sol e as nuvens
Corta o tempo
O vento
Meu coração
Quando olho para o céu
Vejo o infinito
Ele está povoado
De cortes arquitetônicos
Raios de concreto, aço, espelho...
Tudo distorcido
Ferro retorcido
Meu coração destroçado
Tudo sendo assado num forno infernal
Não consigo imaginar
O céu estando limpo
Nenhum reflexo
Raios de Concreto.
Edifício Montalvão
Edifício Montalvão.
Rua Barão de Limeira, 470.
Lembranças de um lugar
Que nunca foi meu
Onde nunca morei
Nem ao menos vivi, um dia qualquer
Uma vez, passei por ti
Registrei o momento
Numa foto
Constrangido com o tempo.
Rua Barão de Limeira, 470.
Lembranças de um lugar
Que nunca foi meu
Onde nunca morei
Nem ao menos vivi, um dia qualquer
Uma vez, passei por ti
Registrei o momento
Numa foto
Constrangido com o tempo.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
Mergulhado em dúvidas
O mar não está para peixe
Ondas devastam tudo por dentro
Por fora, por todos os lados
Mas está tudo bem
Está tudo bem
Já é tarde, olhando por do sol
Tudo vai bem, venha, pode vir
se eu te beijar, tu vai querer me beijar e eu vou querer te beijar e vamos nos beijar sem parar de beijar nunca mais...
O mar não está para peixe
Ondas devastam tudo por dentro
Por fora, por todos os lados
Mas está tudo bem
Está tudo bem
Já é tarde, olhando por do sol
Tudo vai bem, venha, pode vir
se eu te beijar, tu vai querer me beijar e eu vou querer te beijar e vamos nos beijar sem parar de beijar nunca mais...
Não é minha vida
Isso não é minha vida
É só diversão sem saber o sentido
Não tem sentido
Nunca sentiu
É um sonho, sem sonho qualquer
A última flor do meu momento
É um veneno
Que vem duas vezes, vejo cores díspares
Eu faria tudo por você
No escuro
Eu faria tudo por você
Em qualquer momento
Mas não tem sentido
A dúvida quebrou o encanto
A magia, se existia, se dissipou
Virou poeira... desapareceu.
Isso não é minha vida
Não é nada do que eu acredito
Pelo meu silêncio, eu não deveria ter dito
Quando calei, era tarde
É um pensamento
Que vem como uma onda e arrasta
A maré que sobe e que desce aqui dentro
Vai lavando tudo, no contrafluxo, continuo remando
Remar sozinho não faz sentido
Não tem, é nosense
Tudo bem, nunca houve uma ligação, não era real
Mesmo assim, não tem nexo... abrir os olhos e sentir.
É tudo.
É só diversão sem saber o sentido
Não tem sentido
Nunca sentiu
É um sonho, sem sonho qualquer
A última flor do meu momento
É um veneno
Que vem duas vezes, vejo cores díspares
Eu faria tudo por você
No escuro
Eu faria tudo por você
Em qualquer momento
Mas não tem sentido
A dúvida quebrou o encanto
A magia, se existia, se dissipou
Virou poeira... desapareceu.
Isso não é minha vida
Não é nada do que eu acredito
Pelo meu silêncio, eu não deveria ter dito
Quando calei, era tarde
É um pensamento
Que vem como uma onda e arrasta
A maré que sobe e que desce aqui dentro
Vai lavando tudo, no contrafluxo, continuo remando
Remar sozinho não faz sentido
Não tem, é nosense
Tudo bem, nunca houve uma ligação, não era real
Mesmo assim, não tem nexo... abrir os olhos e sentir.
É tudo.
Estrelas que se apagam, mas brilham eternamente.
Sim, nossos ídolos estão morrendo. Sim, a culpa não é das estrelas. Sim, o tempo ceifa tudo, é cruel, é desalmado, não tem pressa e tem toda a pressa do mundo. O tempo leva e lava as coisas, desbota memórias, alveja pensamentos, clareia sentimentos, alaga a alma.
O tempo chega para todos. Vai chegar para mim e para você! Hoje o tempo chegou para um dos grandes ídolos de minha geração. Um ídolo, um ícone, um ser único, inimitável: David Bowie.
Não vamos culpar o tempo. Ele não sabe que existe. Não sabe em que ano está, porque ele mesmo já foi mutilado tantas e tantas vezes. O ano pouco importa, a hora é que importa. David Bowie se foi, mas deixou em nossos corações todo o amor de sua música, toda a mensagem embutida em suas roupas, suas "fantasias" estelares com as quais ele desfilava pelo mundo. Muitos dizem que Bowie não era desse mundo, que era um visionário, um alienígena, um ser de outro planeta. E ele era! Era fora do comum desse planeta quadrado e careta, cheio de manias e de preconceitos idiotas. Bowie se foi daqui, mas nunca de nossos corações e muito menos de nossa mente. Em nossa mente ele sempre terá seu trono reservado e garantido, no qual estará elegantemente trajado, como o grande artista que sempre foi e será.
Em um de seus últimos videoclipes, "Lazarus" (que foi lançado no dia 07 de janeiro de 2016), Bowie parecia pré-anunciar a sua vindoura morte, a sua passagem, ele estava pronto. Estava deitado na barca, com os olhos vendados, duas moedas grudadas nas gazes que cobriam seus olhos, o corpo já frágil, a mente e o coração NUNCA!
Até breve, Mestre!
Lazarus
David Bowie
Look up here, I'm in heaven
I've got scars that can't be seen
I've got drama, can't be stolen
Everybody knows me now
Look up here, man, I'm in danger
I've got nothing left to lose
I'm so high it makes my brain whirl
Dropped my cell phone down below
Ain't that just like me?
By the time I got to New York
I was living like a king
Then I used up all my money
I was looking for your ass
This way or no way
You know, I'll be free
Just like that bluebird
Now ain't that just like me?
Oh I'll be free
Just like that bluebird
Oh I'll be free
Ain't that just like me?
O tempo chega para todos. Vai chegar para mim e para você! Hoje o tempo chegou para um dos grandes ídolos de minha geração. Um ídolo, um ícone, um ser único, inimitável: David Bowie.
Não vamos culpar o tempo. Ele não sabe que existe. Não sabe em que ano está, porque ele mesmo já foi mutilado tantas e tantas vezes. O ano pouco importa, a hora é que importa. David Bowie se foi, mas deixou em nossos corações todo o amor de sua música, toda a mensagem embutida em suas roupas, suas "fantasias" estelares com as quais ele desfilava pelo mundo. Muitos dizem que Bowie não era desse mundo, que era um visionário, um alienígena, um ser de outro planeta. E ele era! Era fora do comum desse planeta quadrado e careta, cheio de manias e de preconceitos idiotas. Bowie se foi daqui, mas nunca de nossos corações e muito menos de nossa mente. Em nossa mente ele sempre terá seu trono reservado e garantido, no qual estará elegantemente trajado, como o grande artista que sempre foi e será.
Em um de seus últimos videoclipes, "Lazarus" (que foi lançado no dia 07 de janeiro de 2016), Bowie parecia pré-anunciar a sua vindoura morte, a sua passagem, ele estava pronto. Estava deitado na barca, com os olhos vendados, duas moedas grudadas nas gazes que cobriam seus olhos, o corpo já frágil, a mente e o coração NUNCA!
Até breve, Mestre!
Lazarus
David Bowie
Look up here, I'm in heaven
I've got scars that can't be seen
I've got drama, can't be stolen
Everybody knows me now
Look up here, man, I'm in danger
I've got nothing left to lose
I'm so high it makes my brain whirl
Dropped my cell phone down below
Ain't that just like me?
By the time I got to New York
I was living like a king
Then I used up all my money
I was looking for your ass
This way or no way
You know, I'll be free
Just like that bluebird
Now ain't that just like me?
Oh I'll be free
Just like that bluebird
Oh I'll be free
Ain't that just like me?
O Tempo
Não fiz tudo que podia
Nem metade
Nem nada
O tempo me consumiu no meio de tudo
O chão que fui perdendo
A cama que armei para deitar
Ninguém me ligava
Ninguém chegava
O tempo consumiu tudo
Caminhando sempre para frente
Passos de cavalo
Se voltasse não seria tempo, seria ilusão.
Teus olhos,
Por que eles fugiam de mim?
Tua fala era mansa
Me dizia coisas que queria ouvir
Nem sabia se era ouro
Mas acreditava que podia ser
De tanto que acreditei, pulei no escuro
Mas o tempo veio e consumiu tudo.
Nem metade
Nem nada
O tempo me consumiu no meio de tudo
O chão que fui perdendo
A cama que armei para deitar
Ninguém me ligava
Ninguém chegava
O tempo consumiu tudo
Caminhando sempre para frente
Passos de cavalo
Se voltasse não seria tempo, seria ilusão.
Teus olhos,
Por que eles fugiam de mim?
Tua fala era mansa
Me dizia coisas que queria ouvir
Nem sabia se era ouro
Mas acreditava que podia ser
De tanto que acreditei, pulei no escuro
Mas o tempo veio e consumiu tudo.
Analogia da Pedra
Não há nada de concreto na vida
Concreto é apenas concreto
A palavra é pedra
Quando pesa, fica estagnada
Concreto é apenas concreto
A palavra é pedra
Quando pesa, fica estagnada
A vida é como uma nuvem
Vai passando, se transformando com o tempo, com o vento.
É fluída, mutante e nada concreta
A palavra é pedra.
Vai passando, se transformando com o tempo, com o vento.
É fluída, mutante e nada concreta
A palavra é pedra.
E quando pesa
Enterra.
Enterra.
domingo, 4 de dezembro de 2016
Yoga
Pensamentos como nuvens no céu
deixar que eles passem
se transformem
e tomem seu lugar
Se o pensamento persistir, apenas diga:
Isso não!
Agora Não!
Quero estar no Presente.
deixar que eles passem
se transformem
e tomem seu lugar
Se o pensamento persistir, apenas diga:
Isso não!
Agora Não!
Quero estar no Presente.
sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
toc toc toc
Toc Toc Toc
Sou eu batendo
Chamando teu coração
Para pulsar aqui, junto do meu
Faz dias que tento
Que bato na sua porta
Mas tudo está trancado
Parece que você nunca está
Toda semana, eu volto
E bato de novo
Toc Toc Toc
Um dia você abre
Prefiro persistir
Mesmo que distante
Eu sinto, insisto no toque
Tudo que quero é que você abra essa porta
E sorria.
Vou sorrir Também.
Meu abraço vai ser tão imenso
Que vai caber você e o mundo inteiro nele.
Vamos juntar nossos sorrisos?
Faz dias que bato na sua porta
Por que você não abre?
Tem alguém além de você aí dentro?
Toc Toc Toc
Vou parar de insistir
Desistir
Talvez eu nunca mais volte
Mesmo assim,
Um dia, ou noite
Você vai ouvir, pode ser tarde
Mas vai ouvir, aquele Toc Toc Toc
Se repetindo
Ecoando...
Por que não abre?
Por que não deixa eu apenas entrar, como uma brisa.
Sou eu batendo
Chamando teu coração
Para pulsar aqui, junto do meu
Faz dias que tento
Que bato na sua porta
Mas tudo está trancado
Parece que você nunca está
Toda semana, eu volto
E bato de novo
Toc Toc Toc
Um dia você abre
Prefiro persistir
Mesmo que distante
Eu sinto, insisto no toque
Tudo que quero é que você abra essa porta
E sorria.
Vou sorrir Também.
Meu abraço vai ser tão imenso
Que vai caber você e o mundo inteiro nele.
Vamos juntar nossos sorrisos?
Faz dias que bato na sua porta
Por que você não abre?
Tem alguém além de você aí dentro?
Toc Toc Toc
Vou parar de insistir
Desistir
Talvez eu nunca mais volte
Mesmo assim,
Um dia, ou noite
Você vai ouvir, pode ser tarde
Mas vai ouvir, aquele Toc Toc Toc
Se repetindo
Ecoando...
Por que não abre?
Por que não deixa eu apenas entrar, como uma brisa.
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