Foi um tempo tão imenso e profundo
Desde aquele olhar furtivo que ficou no ar
Tanto aconteceu (e nada)
O vento sempre soprando e bagunçando tudo
Sem saber eu sonhei
Aquela sensação de dormência
Tudo anestesiado por dentro e por fora
Nada ficou, tudo tão etéreo, só essa ausência
Foi o que ficou.
O tempo passando
O vento ventando
Os dias, as horas... tudo dando-se.
Veio festa cheia de gente
Domingo quente de outros amores
Veio Eclipse Lunar
Depois veio Lua de Sangue
Até chuva, que fazia tempo não aparecia
Veio.
Tanta coisa aconteceu.
Menos você.
palavras... delírios... vômitos... buracos negros... umbigos... pélvis lisa... tudo que interessa!
segunda-feira, 30 de julho de 2018
segunda-feira, 23 de julho de 2018
Meu Peito Explodindo
o mundo explodindo ao meu redor
não sinto nada, mas observo tudo
me perdi naquela última esquina
e nunca mais voltei a ser como antes
meus olhos ficaram com medo de cruzar outros olhos
quando chove... gosto do barulho!
sinto meu corpo todo dia, me sinto e agradeço
acho que sou feliz desse jeito
um dia, cruzei meu olho no teu
quis que durasse uma eternidade
mas foi tão rápido e etéreo
que nem deu tempo de sentir o que estava se formando (era uma tempestade?)
o vento vem e dissipa tudo
balança meu peito, me confunde, mas também me abraça
deixo que o vento me leve
meu corpo flutuando num mar de incertezas
minha mente voando muito além
meu peito batendo feitor um tambor
minhas mãos suando, mesmo quando não está calor
logo eu que, acho, já nem sei mais do que é feito o amor.
hoje acordei,
olhei ao meu redor
e tudo estava tranquilo e pleno
nada explodiu.
não sinto nada, mas observo tudo
me perdi naquela última esquina
e nunca mais voltei a ser como antes
meus olhos ficaram com medo de cruzar outros olhos
quando chove... gosto do barulho!
sinto meu corpo todo dia, me sinto e agradeço
acho que sou feliz desse jeito
um dia, cruzei meu olho no teu
quis que durasse uma eternidade
mas foi tão rápido e etéreo
que nem deu tempo de sentir o que estava se formando (era uma tempestade?)
o vento vem e dissipa tudo
balança meu peito, me confunde, mas também me abraça
deixo que o vento me leve
meu corpo flutuando num mar de incertezas
minha mente voando muito além
meu peito batendo feitor um tambor
minhas mãos suando, mesmo quando não está calor
logo eu que, acho, já nem sei mais do que é feito o amor.
hoje acordei,
olhei ao meu redor
e tudo estava tranquilo e pleno
nada explodiu.
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