É quando você some
Que eu mais procuro você
E quando não vejo o teu sorriso
Eu fico imaginando como poderia ser
Se eu pudesse sentir cada momento
Mesmo que não tivesse um sentido
E se quando olhasse teus olhos
Pulasse no teu abraço, perdido e solto
Com uma fome tão grande, com uma vontade
E quisesse saciar minha sede, minha barriga, minha alma
E se não me faltasse o suspiro derradeiro
Eu me jogaria dessa ponte
Sem medos, sem olhos, cegamente
E sentiria os teus braços
Me aguardando lá embaixo
Dois hologramas.
palavras... delírios... vômitos... buracos negros... umbigos... pélvis lisa... tudo que interessa!
quinta-feira, 28 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
sexta-feira, 22 de junho de 2012
CORUJA
Engana meus olhos
Me entregando teu suor
Já não sou mais eu mesmo
Nem tenho mais nenhum medo
Fiquei tão confiante que podia
Que esqueci do meu amor
E de esperar pelo dia
Que nunca chega, e termina
Você me disse um monte de palavras soltas
Eu fingi que acreditei, mesmo sabendo
Que não passavam de promessas vazias
Agora o silêncio permanece à nossa volta
Como uma coruja no meio da noite
Observando meus erros no escuro
Conforta saber
Que não preciso mais me preocupar
Em tentar entender
Tudo aquilo que não tenho sentido
Ou mesmo fingir
Que sinto tanto e tão profundo
Quando na verdade
É só a pele que me atrai
Prefiro não fingir
Não fugir
Então fico aqui
Saboreando tua indiferença.
Como uma coruja no meio da noite
Observando meus erros no escuro
Me entregando teu suor
Já não sou mais eu mesmo
Nem tenho mais nenhum medo
Fiquei tão confiante que podia
Que esqueci do meu amor
E de esperar pelo dia
Que nunca chega, e termina
Você me disse um monte de palavras soltas
Eu fingi que acreditei, mesmo sabendo
Que não passavam de promessas vazias
Agora o silêncio permanece à nossa volta
Como uma coruja no meio da noite
Observando meus erros no escuro
Conforta saber
Que não preciso mais me preocupar
Em tentar entender
Tudo aquilo que não tenho sentido
Ou mesmo fingir
Que sinto tanto e tão profundo
Quando na verdade
É só a pele que me atrai
Prefiro não fingir
Não fugir
Então fico aqui
Saboreando tua indiferença.
Como uma coruja no meio da noite
Observando meus erros no escuro
AMOR VAZIO
Apressa minha dor
Descansa teus olhos, enquanto se limpa
Não precisa mais ver o amor
Está completamente cega
Apalpa minha carne
Não é bem um ataque
Mas quer me invadir
Ou rasgar minha pele
Quer mais que prazer
Quando pensa que podemos comer
Ou foder com a nossa própria dor
Como dois tarados sem pudor
Resta limpar a saliva no canto da boca
Vestir a pureza e buscar uma explicação
Para tamanha falta de sentido ou emoção
É estranho olhar para alguém e não ver nada além, de carne tosca.
Descansa teus olhos, enquanto se limpa
Não precisa mais ver o amor
Está completamente cega
Apalpa minha carne
Não é bem um ataque
Mas quer me invadir
Ou rasgar minha pele
Quer mais que prazer
Quando pensa que podemos comer
Ou foder com a nossa própria dor
Como dois tarados sem pudor
Resta limpar a saliva no canto da boca
Vestir a pureza e buscar uma explicação
Para tamanha falta de sentido ou emoção
É estranho olhar para alguém e não ver nada além, de carne tosca.
?
É quando sinto falta...
Que faz falta, o teu sorriso
Que poderia estar aqui
Bem ao meu lado, me fazendo sorrir também.
O que foi que eu disse para não conseguir entender
Que agora é tarde demais para tentar perceber
O tanto de tempo que perdi
Entre eu e você?
Que faz falta, o teu sorriso
Que poderia estar aqui
Bem ao meu lado, me fazendo sorrir também.
O que foi que eu disse para não conseguir entender
Que agora é tarde demais para tentar perceber
O tanto de tempo que perdi
Entre eu e você?
devaneios da 1 e 37
Eu já nou sou mais nada
Além do que restou
Apague a luz quando sair
Ou me deixe só, quero dormir
Já não grito mais, nem falo como antes
Desconheço até os meus passos
Quando me levam para onde eu não sei se quero ir
Ou simplesmente, vagam por aí
As tuas cores
Como se tua flor não se abrisse nunca mais
A minha cabeça girando, o sol batendo forte bem no meio
De toda a confusão, de toda a baratinação da minha cabeça
Teu rosto, aparecendo e sumindo e derretendo meus pensamentos
Eu já não sei quem sou nessa noite fria
Eu acho que não sou quase nada do que já fui
E ao mesmo tempo sei que sou mais forte do que nunca fui
E tropeço nos meus próprios passos
Porque desconheço o meu grito
E não sei mais se quero ir
Para onde me levam, ou simplesmente dormir.
Além do que restou
Apague a luz quando sair
Ou me deixe só, quero dormir
Já não grito mais, nem falo como antes
Desconheço até os meus passos
Quando me levam para onde eu não sei se quero ir
Ou simplesmente, vagam por aí
As tuas cores
Como se tua flor não se abrisse nunca mais
A minha cabeça girando, o sol batendo forte bem no meio
De toda a confusão, de toda a baratinação da minha cabeça
Teu rosto, aparecendo e sumindo e derretendo meus pensamentos
Eu já não sei quem sou nessa noite fria
Eu acho que não sou quase nada do que já fui
E ao mesmo tempo sei que sou mais forte do que nunca fui
E tropeço nos meus próprios passos
Porque desconheço o meu grito
E não sei mais se quero ir
Para onde me levam, ou simplesmente dormir.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
No Meu Peito
No meu peito
Trago um nó bem engendrado
Um novelo bem estranho, parecido com desejo
Não estou certo, posso estar me estranhando
Ou me engano fácil e muito mais
E desisto antes mesmo de começar a ser verdade
Ou fujo com medo de que seja mesmo (verdade)
E não me encontro nunca mais.
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