Cada dia pode ser
O último sorriso no canto da boca
A ruga que não vai nascer
A lágrima que ficou presa no olho.
Cada dia sem você
É como se fosse nada
O tempo que parece retroceder
Desejos que morrem na estrada.
palavras... delírios... vômitos... buracos negros... umbigos... pélvis lisa... tudo que interessa!
sábado, 28 de janeiro de 2012
sem título (28/01/2012)
É quando me vejo
Aqui sentado à beira de um precipício
Olhando o horizonte
Sentindo a vida escorrer por entre os dedos
Meus sonhos
São como poeira solta no vento
Você confunde tudo o que sinto
Talvez por isso eu me sinta tão estranho
E o tempo que não pára
Os ponteiros que nunca deixam de me engolir.
São como areia movediça
E não consigo escapar (ou não quero)
Talvez nunca assuma
(Que sou viciado em sofrer)
Ou continue fugindo
(Daquilo que eu podia ser)
Aqui sentado à beira de um precipício
Olhando o horizonte
Sentindo a vida escorrer por entre os dedos
Meus sonhos
São como poeira solta no vento
Você confunde tudo o que sinto
Talvez por isso eu me sinta tão estranho
E o tempo que não pára
Os ponteiros que nunca deixam de me engolir.
São como areia movediça
E não consigo escapar (ou não quero)
Talvez nunca assuma
(Que sou viciado em sofrer)
Ou continue fugindo
(Daquilo que eu podia ser)
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
O meu melhor sorriso
Guardei para o fim
Quando tudo mudar outra vez
No que restou do meu sonho
Eu vou acordar
Cultivando sentimentos mórbidos
E meus pensamentos densos
Como os desejos que trago contidos
É uma estrada rara e longa
Mas meus pés conseguem te encontrar
Mesmo que você desapareça
Eles saberão onde te buscar
Eu sou a surpresa que guardei para o fim
E nem sem mais
O que restou de mim
Se estava dormindo ou morto de sono.
Guardei para o fim
Quando tudo mudar outra vez
No que restou do meu sonho
Eu vou acordar
Cultivando sentimentos mórbidos
E meus pensamentos densos
Como os desejos que trago contidos
É uma estrada rara e longa
Mas meus pés conseguem te encontrar
Mesmo que você desapareça
Eles saberão onde te buscar
Eu sou a surpresa que guardei para o fim
E nem sem mais
O que restou de mim
Se estava dormindo ou morto de sono.
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